*atualização em 2018!

Video no youtube…

Começamos o dia no metrô, o planejado era visitar o Coex, maior shopping subterrâneo da Ásia, o monumento em homenagem ao Psy, comer o polvo “vivo” e  claro incluir mais um templo budista pra lista.

Pegamos o metrô na Anguk Station, atravessamos o rio Han e depois trocamos de plataforma para descer na estação Samseong, que fica em frente ao shopping Coex.

Os metrôs na cidade de Seul são também abrigos antibomba. Na entrada da estação haverá a placa indicando e dentro, nas plataformas e corredores há os armários com máscaras e suprimentos. Tudo organizado e bem explicado em coreano, quase nada em inglês.

Primeira impressão ao chegar ao Coex é deslumbramento! Uma biblioteca enorme bem no meio do complexo, varias pessoas lendo, devolvendo e pegando livros, foi bem legal ver como funciona tão bem mesmo o acesso estando completamente livre.

Há varias lojas de marcas famosas, marcas ocidentais e orientais, caras e outras nem tanto, Zara e etc. Há duas praças de alimentação, andando por elas lhe oferecem amostras das comidas (cuidado rsrs), muitas padarias e restaurantes.

Encontrei em uma das praças um dos pratos que mais gosto: Rámen! Sim, miojo original maravilhoso, caldo suave e macarrão no ponto! O marido pediu dumplings. Tudo muito gostoso. Custaram 8 mil won e 4 mil won respectivamente.

Tambem é possível visitar o aquário dentro do Coex, nós não fomos. O valor da entrada é 25 mil won.

Saímos do Coex em direção ao monumento que foi instalado em homenagem ao cantor Psy, mundialmente conhecido por Gangnam Style, música que fala sobre o estilo de vida do bairro de Gangnam.

Rimos muito fazendo poses e vendo o vídeo que passa em looping num totem ao lado das mãos na posição do passo da coreografia! Micos de turistas rsrs

De lá atravessamos a rua para entrar no templo Bongeunsa. O templo foi construído durante a dinastia Silla em 794 DEC.

Destruído em partes por um incêndio e depois pela guerra entre as Coréias; foi restaurado recentemente, abriga um acervo de 3,479 esculturas de budas de várias formas, cultura budista, escrituras e tradição.

 

como ja mencionei anteriormente, nao é permitido fotografar dentro do templo, no site oficial de turismo da Coréia eles divulgam essas fotos.

Amei conhecer o até então, maior templo budista da vida! É incrível como sempre sinto uma paz lá dentro.

 

Entendo nada que os monges estão falando, mas já dá uma sensação boa. Recomendo muito.

Flor de Lotús simbolizando a pureza da alma

Agora estava na hora de conhecer outro local histórico e tentar comer mais um prato típico, polvo “vivo”, Sannakji!

Noryangjin Fish Market fica em Dongjak-gu, permanece aberto por 24h e se você for de madrugada, lá pelas 2 ou 3 da manhã é possível ver o leilão de peixes.

O mercado foi fundado em 1921, passou por uma modernização, nos andares de baixo ficam as lojas com os peixes e frutos do mar, maioria vivos em tanques e no andar superior restaurantes e lojas de utensílios.

Se você for como eu, que tem nojinho de molhar o pé escolha um sapato fechado e de preferência que não molhe fácil.

Escolhemos então dentre várias opções, o polvo que seria nosso prato do dia. Custou 3 mil won e a vendedora molhou nossas notas com água dos peixes hahahaha.

Subimos para os restaurantes e logo nos ofereceram fazer o sashimi, custou 10 mil won para que eles preparassem o polvo. O bichinho é cortado em pedados pequenos, regado com óleo de gergelim, salpicado com grãos de gergelim e servido ainda se mexendo! Acompanha shoyo, wasabi e claro kimichi.

Não é fácil olhar para o prato e ver sua comida parecer estar viva! Comi. O gosto é bom, é macio, mas a sensação dele se mover dentro da boca muito estranha! Não dá para descrever.

As ventosas dos tentáculos ainda funcionam, fazendo com que às vezes um pedacinho se prenda ao prato ou ao hashi. Nos aconselharam a mastigar bastante antes de engolir, sob a explicação de que ele poderia se prender em nossa garganta e nos asfixiar!

Vale a experiência…

Já estávamos próximos ao museu de história da Coreia e fomos visitá-lo. O local é enorme, suntuoso e gratuito. Há uma parte, ao lado esquerdo,  que ficam exposições diversificadas em que é cobrada entrada, mas a parte da história coreana e de cultura asiática é livre.

No primeiro andar passamos por toda a história da Coreia, primeiros habitantes, diversas eras e reinados até a atualidade.

Coroa Real Dinastia Joseon

Nos andares superiores ficam expostas obras doadas por colecionadores, um pouco de cultura de alguns países da Ásia e obras religiosas.

Rei Taejo – Fundador da dinastia Joseon

O museu é muito completo, nele está o trono original do palácio Gyeongbokgung, no palácio está uma réplica com disse nesse post.

O museu fica em Yongsan-gu, abre às 10 da manhã, porém os horários de encerramento diferem; aos sábados, por exemplo, fecham às 9 da noite, outros dias às 6 da tarde. Você pode conferir aqui.

Acabamos nosso dia, como de costume em Meyongdong. Provando mais uma iguaria da culinária coreana, feijão doce com morango! Tinha como ficar bom? Claro que não! Hahaha não agradou. Aconselho a todos que provem,  pois cada um tem o paladar diferente.

Congelamos um pouco no ponto de ônibus na volta para casa, mas chegamos bem!

 

Já se aventurou numa viagem e comeu ou fez algo que nunca imaginou?

Me conta sua aventura, quem sabe me serve de inspiração para uma próxima viagem.