Portland, no estado do Oregon fica na costa Oeste dos Estados Unidos conhecido por suas cervejarias artesanais, por ser a cidade mais “verde” deste país e pelos diversos food trucks.

Depois de voar de Bh para Sp, México, La, Oakland chegamos no final do dia, finalmente, em Portland.

Fomos ao final de Janeiro e o inverno não era dos mais severos, porém úmido, choveu quase todos os dias.

Ficamos num Airbnb fantástico! Um quarto independente, cama limpinha e macia, banheiro com banheira, frigobar e micro-ondas enfim, perfeito. Até uma mesinha com chás e café o host havia preparado. Fiquei muito feliz.

Nosso primeiro programa foi ir ao shopping, precisávamos passar numa Apple store e comprar chip com pacote de dados para usar a internet. A primeira comidinha gostosa que comi foi pretzel do Wetzel Pretzel! Amo o salgado, a massa é muito fofinha e eles passam manteiga e depois jogam um salzinho por cima, delícia! Custou U$ 3,49.

Amoooo

Passando pelas ruas, as casinhas sempre com jardim e árvores, tão lindas davam vontade de morar nelas!

Almoçamos no meu amado 7eleven, aquele cachorro quente com chilli e queijo cheadar delicioso, fast food e cheio de conservantes que amo!

Pão, salsicha, chilli e queijo!

Fomos a outras lojas, Best Buy, Walmart e descobrimos um mercadinho bem interessante e a moda deveria pegar no Brasil. O New Seasons Market tem um serviço a granel de diversos cereais, achocolatado, temperos e etc, um corredor só disso! Bom para nós que podemos comprar poucas gramas dos produtos e bom para o meio  ambiente. Comemos um wrap de couve gostoso.

Voltamos para a casa e nos preparamos para o próximo dia.

Fomos para downtown, o centro da cidade. O shopping que ficava lá era um dos que possuíam caixa automático de Bitcoin e fomos ver como ela funcionava. Bem simples, mas é preciso ter internet boa para finalizar a transação.

De lá fomos conhecer a “maior livraria independente do mundo”  Powells Bookstore. Ela fica na 3723 SE Hawthorne Blvd, o estacionamento mais barato próximo a ela era o da Target, 2 dólares a hora. Na região central principalmente há muitos homeless (sem teto), mas em geral eles ficam na deles.

A livraria é enorme, tem três andares e é dividida por cores. Possui um acervo bem grande, até uma parte para livros raros, achei um O Alquimista do Paulo Coelho lá. Vale a visita.

De lá, fomos numa espécie de estacionamento reservado para foodtrucks, com opções de hamburguer, thai, árabe, japonês entre outros.

Alguns vídeos que vimos nos diziam para provar a thaifood e valeu a pena, um frango com arroz e curry, bambu, berinjela, cenoura. Custou 9 dólares e foi mais do que suficiente para dois com fome comerem bem.

Passadinha na Apple store de lá, com as paredes de vidro, identidade da Apple. Demos uma volta numa praça e continuamos nosso passeio.

Achei o centro bem legal, arquitetura bonita e com muito verde.

tram elétrico

Próximo de downtown encontrei a maior Dollar Tree que havia visto na vida! Dollar Tree é uma lojinha de coisas que na maioria das vezes a gente não precisa vendidas a 1 dólar!

Eu amo! Dá pra decorar a casa, comprar comida, coisas de jardim, algodão, artigos de festa, quase tudo por 1 dólar ou em algumas poucas vezes um pouco a mais.

Depois de lá passamos por uma Sears (loja de departamento) que iria fechar e estava com todos os produtos com desconto. Fiquei animada por que uma vez fomos numa loja de artigos esportivos que estava fechando e encontramos muita coisa barata.

Comprei apenas uma meia de 2 dólares, pois não estava assim tão barato.

No fim do dia uma passadinha no Walmart para comprar o café da manhã, pois no dia seguinte iríamos pegar a estrada em direção ao Monte Hood e precisávamos sair rapidinho e sem parar durante o percurso.

Até o próximo post onde conto como foi esquiar onde alguns atletas treinam para as olimpíadas de inverno.