Verona na província do Veneto e Sirmione (Bréscia) entraram no nosso roteiro por indicação de um italiano e nós o agradecemos até hoje pela dica!

Saímos de Veneza e dormimos num dos melhores Airbnb da vida em Grancona.

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A casa ficava no alto de uma montanha, numa cidadezinha cheia de parreiras e oliveiras.

Na manhã seguinte a paisagem era tão linda que dava vontade de ficar e andar pela cidade toda, mas tínhamos que seguir nosso cronograma e Verona nos esperava.

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Chegamos a Verona ´por volta das oito da manhã e paramos num estacionamento gratuito a entrada da cidade. A primeira parada seria a ponte de Castelvecchio.

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A ponte construída em 1354 segue as características medievais de tijolinhos vermelhos.

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Merece um passeio e nos contaram que o pôr do sol no rio Adige é lindo visto da ponte.

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O Castelvecchio estima-se que construído no século XIII, atualmente abriga o museu cívico de Verona.

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Seguimos em direção a Arena de Verona, na Piazza Bra.

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Atualmente é o anfiteatro mais bem conservado da Itália e palco de várias apresentações artísticas.

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No dia seguinte ao que estávamos na cidade, o Andrea Bocelli faria um show lá.

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Estima-se que a Arena foi construída no século I BCE e tem capacidade para 30 mil pessoas.

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Andamos um pouco mais pelas ruazinhas próximas ao anfiteatro e chegamos num dos pontos mais famosos da cidade, a Julieta! A casa onde supostamente viveu a heroína do romance de Shakespeare fica na Rua Cappello.

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Você pode subir na sacada onde “Julieta ouvia as declarações de Romeu” e depois seguir a tradição de segurar nos seios de estátua que fica no pátio, dizem que dá sorte no amor.

Eu fiquei com raiva dessa moça aí, não esperou eu tirar a foto para subir do outro lado.

Saímos de lá e fomos para a Praça Dell Erbe, cheia de barraquinhas e lojas é uma ótima opção para um souvenir ou um lanche.

Comemos numa lojinha na esquina da rua de mármore rosa, uma deliciosa focaccia.

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Pertinho fica a Igreja de Santa Anastácia, construída no ano de 1280 em mármore é belíssima.

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Seguimos em direção à outra margem do rio Ádige, para irmos ao Museu Arqueológico Romano (Anfiteatro Romano), infelizmente estava em obras fechado a visitação.

visão do Anfiteatro da outra margem do rio

Subimos as escadarias ao lado para irmos ao mirante.

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A vista lá de cima recompensa os muitos degraus que subimos.

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Despedimo-nos da cidade com uma vontade de ficar por lá… Mas precisávamos seguir nosso cronograma e Sirmione e o belo Lago di Garda nos esperava.

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Em Sirmione não há estacionamentos. Encontramos estacionamento pago na cidade de Colombare, não era muito perto,  mas custava três euros por duas horas.

Mapa Sirmione

O mais próximo de Sirmione custava 10 euros a hora.

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Descemos andando e atravessemos toda a espécie de península que liga a borda do lago Garda a cidade em si. A vista do lago é linda, há algumas pracinhas, mansões e lojinhas no caminho.

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O primeiro impacto ao chegarmos é ver o Castello Scaligero, construção linda com torres e um foço alagado.

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É possível fazer passeios de caiaque pelo lago entrando no fosso e também entrar no castelo. A entrada é 5 euros (2,5 para crianças) e também tem desconto para cidadãos da união europeia.

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Há uma lenda de que o casal apaixonado que vivia no local abrigou um cavaleiro que acabou por matar a esposa dentro do castelo e que ainda hoje é possível ouvir o marido chamando pela amada nos corredores.

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Entramos na cidade e há algumas “praias” ao redor, onde eu tive meu primeiro contato com meus amigos cisnes.

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Andamos em torno da cidade, cada rua merece uma visita e fomos em direção a Gruta de Catullo, ruínas de uma cidade romana no alto da colina. Infelizmente chegamos e já havia passado do horário de entrada. A visitação é permitida até as 16:30.

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Há uma espécie de spa, as Terme di Catullo, com águas medicinais e termais aberta aos visitantes. Parecia ser um lugar muito luxuoso e ficou para a próxima visita.

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Tomamos um suco de romã bem gostoso que compramos numa lojinha e tomamos um gellato de pistache.

Nosso companheiro italiano…

Voltamos para o carro e já estava escuro, mais de 5 horas de viagem nos separava de Cecina e a volta foi bem cansativa, foi acumulando os dias de andanças e poucas horas de sono.

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O ideal era termos dormido próximo a Sirmione e saído no dia seguinte.

É aquela coisa, a gente imagina ter mais pique do que tem verdade.

E aí, já planejou uma viagem achando que dava para fazer todos os programas?

Nossa roadtrip ainda não acabou, temos Lucca, San Geminiano e muito mais nos próximos dias. Semana que vem tem mais post.