Desde os primeiros pensamentos sobre a cidade uma coisa já estava certa, precisávamos ir às cataratas.

Primeira dica: leva uma capa de chuva! Compre antes de viajar na sua cidade, ou compre próximo ao centro de foz, no Paraguai e até na entrada do parque também tem pessoas vendendo, mas use capa para poder aproximar-se mais da garganta do Diabo (nome de uma das quedas).

confia em mim e leva!

 

Saímos da casa e fomos em direção às cataratas, o trajeto é simples, bem sinalizado e para quem vai de ônibus também é fácil (ônibus 120 Parque Nacional, você pode pegá-lo no TTU ou pergunte no local que você estará, pois ele meio que atravessa a cidade e te deixa bem na frente do parque). Levamos uns 20 minutos para chegar e paramos nosso carro num estacionamento ao lado de fora, custou R$10,00. Há um espelho d’água na entrada e logo em frente você chega aos guichês, os preços dos bilhetes estão abaixo ou você pode comprar online aqui.

entrada do parque

Há outros tipos de passeios dentro do Parque, como Matuto Safari (você faz uma trilha maior e depois pega um bote e chega bem perto das quedas) entre outros, nos optamos pelo passeio mais simples (meu marido acabou adoecendo no dia anterior).

O parque foi pensado para dar acesso a quem possui mobilidade reduzida, então mesmo cadeirante e outros desfrutaram das belezas. Os ônibus que nos levam até os pontos de interesse do parque saem a cada 15 minutos e ficam tocando uma gravação com dados interessantes como tamanho, espécies encontradas e data de fundação (português inglês e espanhol).

Passamos enfrente ao hotel que fica dentro parque, e descemos mais a frente e fomos recepcionados pelos quatis!

Fofinhos e sacanas os quatis podem roubar sua bolsa em busca de comida, um deles rasgou nossa sacola de agua hahahaha.

Caminhamos dentro da mata, por uma trilha com piso de concreto e corrimãos e já dá pra ouvirmos o barulho!

São muitas quedas e eu sinceramente acho que do lado Brasileiro a vista das quedas é melhor que do lado argentino.

No caminho, assim que chegamos mais perto das cataratas já começamos a sentir as gotículas de água!

Aí chegamos ao ponto onde vemos o conjunto maior de quedas e meu Deus do céu, que coisa mais linda!

Eu amo tudo que é água, cachoeira, mar, rio e etc, mas nunca havia presenciado nada tão grande, com tanto volume e tão bonito!

Fiquei meio estática observando os caminhos que a água fazia na pedra, na paisagem, como as plantas coexistem, é incrível!

 

Vale demais o passeio, passar bem perto da garganta do diabo e se molhar bastante!

Acho que tirei 400 fotos nesse dia hahahahaha!!!

 

 

A plataforma que nos dá acesso é de metal e há elevadores para subir até a lojinha souvenir. Os amigos quatis voltam a aparecer e nos subimos para a praça onde pegamos o ônibus de volta.

Saindo da plataforma há uma espécie de vila onde fica o restaurante que muito falam que é maravilhoso, o preço não era nada extorsivo, só não deu para irmos nesse dia.

A gente sai do parque com a sensação de que viu um espetáculo, recomendo demais a visita!

Acredito que o nosso passeio seja feito tranquilamente em uma hora e meia, aí depende do tempo que há disponível ou do passeio adicional que se faça. Outro toque de amiga, câmera à prova d’água ou em ziplock para não molhar, algumas fotos não pude fazer por medo de perder meu equipamento.

Você está planejando sua viagem para Foz não deixe de incluir as cataratas.

até logo!

 

Camila